Rinaldo Barros é um observador atento e perspicaz da cena brasileira.
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Sob o comando do PMDB desde 2005, a Fundação Nacional de Saúde e o principal alvo do partido na disputa por cargos no segundo escalão do governo Dilma Rousseff.
De acordo com auditorias concluídas nos últimos quatro anos pela Controladoria Geral da União (CGU), a Funasa, órgão executivo do Ministério da Saúde, sofreu com desvios que podem superar a cifra de R$ 500 milhões, segundo informações publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo nesta segunda-feira.
Um levantamento realizado pelo veículo mostra que a CGU pediu a devolução de R$ 448,5 milhões aos cofres da Funasa entre 2007 e 2010, valor que pode subir após novos cálculos do Tribunal de Contas da União (TCU), que atualiza os valores ao julgar cada processo.
Segundo a Folha, o órgão é o principal alvo do PMDB na guerra por cargos no segundo escalão do governo Dilma.
Os relatórios apontam que o dinheiro teria sumido entre convênios irregulares, contratações viciadas e repasses a Estados e prefeituras sem a prestação de contas exigida por lei.
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