Rinaldo Barros é um observador atento e perspicaz da cena brasileira.
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A agitação anual em torno do Fórum Econômico Mundial começa nessa quarta-feira, 26, no resort suíço de Davos-Klosters. Agora em seu 30º ano, o evento – somente para convidados – é um fórum para cerca de 2 mil autoridades (o dobro do número de participantes de dez anos atrás), que têm a missão de discutir e remediar os problemas do mundo.
A desvalorização do Dólar e a crise de alguns países da zona do Euro serão pontos de pauta desse encontro.
A sede ostensiva do evento já é suficiente para atrair acusações de elitismo, e, de fato, o evento é alvo de várias críticas por aparentemente agir apenas de acordo com os interesses do mundo rico. Porém, nos últimos anos, China e Índia têm ocupado cada vez mais cadeiras nas mesas de negociação, um avanço que reflete seu crescente progresso econômico.
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