Rinaldo Barros é um observador atento e perspicaz da cena brasileira.
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Em entrevista ao jornal “Valor Econômico”, o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, admitiu que inúmeros problemas ocorrerão caso o governo não encontre uma solução. Prefeituras afirmam que podem falir se os restos a pagar perderem a validade em 30 de abril, como prevê o decreto. Só ficariam livres despesas do Ministério da Saúde e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
De acordo com Marinho, esse é o reflexo de uma política orçamentária “frouxa” praticada pelo governo do PT. Para o tucano, é necessário estabelecer um redutor gradual destes valores jogados de um ano para o outro, além de fazer com que o orçamento torne-se impositivo, ou seja, de execução obrigatória. O parlamentar acredita que a situação atual pode ter sido criada propositalmente pelo ex-presidente.
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