Opnião Política http://opiniaopolitica.posterous.com Rinaldo Barros posterous.com Thu, 17 Jun 2010 15:15:17 -0700 Alumiando as idéias http://opiniaopolitica.posterous.com/alumiando-as-ideias-0 http://opiniaopolitica.posterous.com/alumiando-as-ideias-0
Você já parou para pensar no que significa a palavra "progresso"? E “prosperidade”? Pense mais um pouco, pois as palavras têm força: desenvolvimento, avanço, melhoria, evolução, expansão, ampliação, riqueza, fartura, abundância, qualidade de vida, civilização, trabalho, saúde, educação, informatização, cidades limpas, pontes, estradas, indústrias e muitas outras coisas, que ainda estão por vir e que não conseguimos sequer imaginar. Agora pense um pouquinho mais: será que tudo isso de bom não tem um preço? Será que para ter toda essa facilidade de vida nós não pagaremos nada? A sabedoria popular ensina que para tudo na vida existe um preço. Pois é, nesse caso não é diferente. Vamos alumiar algumas idéias. O atual modelo hegemônico de crescimento econômico, globalizado, gerou enormes desequilíbrios. Se, por um lado, nunca houve tanta riqueza no mundo, por outro lado, a miséria, a violência, a degradação ambiental, a poluição e a barbárie aumentam geometricamente dia-a-dia. Em contraponto, é totalmente viável a idéia do Desenvolvimento Sustentável (DS), buscando conciliar o desenvolvimento econômico e tecnológico com a preservação ambiental e com a redução da pobreza no mundo. Construindo o progresso, a prosperidade, a civilização. Os estudiosos do Desenvolvimento Sustentável (DS), o definem como: equilíbrio entre o desenvolvimento tecnológico, o aumento da produtividade, e o respeito à Natureza, tendo como centro os diversos grupos sociais, na busca da eqüidade social. Alerto para o fato de que o conceito de “eqüidade” é mais realista do que o de “justiça”, pois o primeiro recomenda tratar desigualmente os desiguais. A meu ver, e acho que o caro leitor concorda, tratar a todos igualitariamente é injusto. Para alcançarmos o DS, a proteção da Natureza tem que ser entendida como parte integrante do processo de desenvolvimento, e não pode ser considerada isoladamente. É aqui que entra uma questão primordial: a diferença entre crescimento e desenvolvimento. A diferença é que o crescimento não conduz nem à justiça nem à eqüidade social, pois não leva em consideração nenhum outro aspecto a não ser o acúmulo de riquezas, que se faz nas mãos apenas de uma minoria de milionários. O desenvolvimento, por sua vez, preocupa-se com a geração de riquezas sim, mas tem o objetivo de distribuí-las eqüitativamente, de melhorar a qualidade de vida de toda a população, de gerar prosperidade a cada dia. Ou seja, desenvolver com sustentabilidade é conquistar: 1) a satisfação das necessidades básicas da população (habitação, alimentação, segurança, saúde, educação e lazer); 2) a solidariedade para com as gerações futuras, de modo que elas usufruam de igualdade de oportunidades, que tenham chance de viver melhor no médio e longo prazo; 3) a preservação da identidade histórico-cultural de cada povo; 4) a participação democrática da população de cada comunidade envolvida e; 5) redução da poluição e preservação da diversidade dos recursos naturais: água limpa, oxigênio, fauna e flora. Para tanto, o olhar da Ciência para essa questão deve ser político (com “P” maiúsculo), e exige uma abordagem teórica informada pela visão pragmática, considerando o Ser Humano como centro da vida no planeta. Todavia, na luta para chegar ao DS, no atual momento histórico, é preciso utilizar a arma do voto com essa perspectiva, refletindo seriamente sobre uma questão fundamental: quem, de verdade, pela sua história de vida, reúne melhores condições, experiência e competência, para administrar nosso querido Brasil, como uma ponte para o futuro? Resumo da ópera: agora em 2010, o caro leitor vai ter a rara oportunidade de decidir, com o seu voto, sobre qual herança deseja deixar para os seus filhos e netos.

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Thu, 17 Jun 2010 04:44:40 -0700 Alumiando as idéias http://opiniaopolitica.posterous.com/alumiando-as-ideias http://opiniaopolitica.posterous.com/alumiando-as-ideias
Você já parou para pensar no que significa a palavra "progresso"? E “prosperidade”? Pense mais um pouco, pois as palavras têm força: desenvolvimento, avanço, melhoria, evolução, expansão, ampliação, riqueza, fartura, abundância, qualidade de vida, civilização, trabalho, saúde, educação, informatização, cidades limpas, pontes, estradas, indústrias e muitas outras coisas, que ainda estão por vir e que não conseguimos sequer imaginar. Agora pense um pouquinho mais: será que tudo isso de bom não tem um preço? Será que para ter toda essa facilidade de vida nós não pagaremos nada? A sabedoria popular ensina que para tudo na vida existe um preço. Pois é, nesse caso não é diferente. Vamos alumiar algumas idéias. O atual modelo hegemônico de crescimento econômico, globalizado, gerou enormes desequilíbrios. Se, por um lado, nunca houve tanta riqueza no mundo, por outro lado, a miséria, a violência, a degradação ambiental, a poluição e a barbárie aumentam geometricamente dia-a-dia. Em contraponto, é totalmente viável a idéia do Desenvolvimento Sustentável (DS), buscando conciliar o desenvolvimento econômico e tecnológico com a preservação ambiental e com a redução da pobreza no mundo. Construindo o progresso, a prosperidade, a civilização. Os estudiosos do Desenvolvimento Sustentável (DS), o definem como: equilíbrio entre o desenvolvimento tecnológico, o aumento da produtividade, e o respeito à Natureza, tendo como centro os diversos grupos sociais, na busca da eqüidade social. Alerto para o fato de que o conceito de “eqüidade” é mais realista do que o de “justiça”, pois o primeiro recomenda tratar desigualmente os desiguais. A meu ver, e acho que o caro leitor concorda, tratar a todos igualitariamente é injusto. Para alcançarmos o DS, a proteção da Natureza tem que ser entendida como parte integrante do processo de desenvolvimento, e não pode ser considerada isoladamente. É aqui que entra uma questão primordial: a diferença entre crescimento e desenvolvimento. A diferença é que o crescimento não conduz nem à justiça nem à eqüidade social, pois não leva em consideração nenhum outro aspecto a não ser o acúmulo de riquezas, que se faz nas mãos apenas de uma minoria de milionários. O desenvolvimento, por sua vez, preocupa-se com a geração de riquezas sim, mas tem o objetivo de distribuí-las eqüitativamente, de melhorar a qualidade de vida de toda a população, de gerar prosperidade a cada dia. Ou seja, desenvolver com sustentabilidade é conquistar: 1) a satisfação das necessidades básicas da população (habitação, alimentação, segurança, saúde, educação e lazer); 2) a solidariedade para com as gerações futuras, de modo que elas usufruam de igualdade de oportunidades, que tenham chance de viver melhor no médio e longo prazo; 3) a preservação da identidade histórico-cultural de cada povo; 4) a participação democrática da população de cada comunidade envolvida e; 5) redução da poluição e preservação da diversidade dos recursos naturais: água limpa, oxigênio, fauna e flora. Para tanto, o olhar da Ciência para essa questão deve ser político (com “P” maiúsculo), e exige uma abordagem teórica informada pela visão pragmática, considerando o Ser Humano como centro da vida no planeta. Todavia, na luta para chegar ao DS, no atual momento histórico, é preciso utilizar a arma do voto com essa perspectiva, refletindo seriamente sobre uma questão fundamental: quem, de verdade, pela sua história de vida, reúne melhores condições, experiência e competência, para administrar nosso querido Brasil, como uma ponte para o futuro? Resumo da ópera: agora em 2010, o caro leitor vai ter a rara oportunidade de decidir, com o seu voto, sobre qual herança deseja deixar para os seus filhos e netos.

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Tue, 01 Jun 2010 07:50:03 -0700 SERRA MOSTRA FALHAS DO GOVERNO LULA http://opiniaopolitica.posterous.com/serra-mostra-falhas-do-governo-lula http://opiniaopolitica.posterous.com/serra-mostra-falhas-do-governo-lula
Para Serra, falta planejamento e gestão no governo do presidente Lula. Serra afirmou que Brasília nos últimos anos também teve má atuação na concessão de rodovias e na taxa de investimento público, que, no Brasil, é feita majoritariamente por Estados e municípios. O ataque mais duro, no entanto, foi contra o setor elétrico. “Grandes empresas hidrelétricas têm suas concessões vencendo em 2015. Não se fez nada”, disse. “O caso da energia é gritante. Vamos ter expansão na oferta de 2012 a 2016. E 60% vai ser de energia suja. Não se investe na economia de energia, que rende muito. As metas apresentadas são modestíssimas. Temos problemas. Não há planejamento na área do gás”, criticou. Sobre a área da infraestrutura, uma das bandeiras de Dilma para as eleições de outubro, Serra insistiu que o Brasil tem uma baixa taxa de investimento público e que, se ela for mantida, o país não crescerá de maneira sustentada. “Entre os países do mundo, estamos na rabeirinha, na lanterninha do campeonato dos que investem. Isso significa infraestrutura, basicamente”, disse. Serra disse que as políticas macroeconômica e de juros precisam “de outro tipo de combinação para o crescimento de médio a longo prazo". Ele voltou a criticar o que chamou de “aparelhamento” das agências reguladoras e se comprometeu a ter educação como prioridade se eleito.

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