Opnião Política http://opiniaopolitica.posterous.com Rinaldo Barros posterous.com Sun, 05 Sep 2010 11:20:00 -0700 A MENTIRA COMO MÉTODO E COMO ARMA POLÍTICA http://opiniaopolitica.posterous.com/a-mentira-como-metodo-e-como-arma-politica http://opiniaopolitica.posterous.com/a-mentira-como-metodo-e-como-arma-politica
A farsa montada pelo governo para tentar culpar Verônica Serra pela violação do próprio sigilo fiscal tinha um tempo de duração. E então muitos leitores me perguntam, cheios de justo espanto: “Reinaldo, por acaso eles não sabiam que a verdade acabaria aparecendo, que seria possível provar a falsidade da assinatura e até a do reconhecimento de firma?” Respondo: Claro que eles sabiam! É que estamos diante da aplicação de uma das teorias da comunicação, usada com desenvoltura por canalhas: - espalhe a mentira: - insista nela; - faça com que ela pareça ter o mesmo peso da verdade; - transforme tudo numa mera guerra de versões Resultado: uma parte da opinião pública desiste do caso no meio do caminho e se conforma com a mentira. Para essa gente, não levar a mentira ao ar seria pior: todos ficariam expostos só à verdade. E a verdade não lhes interessa. Há estudos a respeito da eficácia desse procedimento — estudos críticos, claro! Os que têm compromisso com a verdade usam esse saber para tentar desvendar as farsas oficiais. Os que não têm o fazem para construir farsas oficiais. Ademais, não lhes digo nenhuma novidade. A máxima atribuída a Goebbels, o ministro da propaganda do nazismo, fala por si: uma mentira repetida muitas vezes vira verdade. Então não tem sido assim? Pensem bem: então não tem sido mesmo assim? Não tem sido essa a lógica de comunicação do governo Lula nesses quase oito anos? O expediente empregado para tentar destruir os adversários, convertidos em inimigos, é o mesmo que serve à glorificação de seus feitos. Mente-se de forma organizada, determinada, obsessiva, sobre o passado. Mente-se de modo não menos organizado, determinado e obsessivo sobre o presente. Mentiras já começam a ser construídas, diga-se, com vistas ao futuro. Todos vimos o desempenho da presidenciável Dilma Rousseff no Jornal da Globo: - inventou que Lula colaborou para libertar presos políticos cubanos — falso: o Babalorixá colaborou para que ficassem presos, comparando-os a bandidos; - inventou que o governo e o PT sempre consideraram as Farc ligadas ao crime — falso: o PT manteve relações com as Farc; ela mesma empregou a mulher de um narcoterrorista; - inventou que o Brasil ficou 25 anos sem investir, antes do governo Lula — falso: FHC investiu uma porcentagem maior sobre o PIB do que Lula. É tal o descompromisso com a verdade que se pode mentir até sobe temas aparentemente irrelevantes. Dilma montou uma loja de porcariada importada em fevereiro de 1995 e fechou as portas em setembro do ano seguinte: incompetência como comerciante. Só isso. Segundo ela, quebrou por causa da desvalorização cambial. Que desvalorização? Durante um bom tempo, o real esteva mais forte do que o dólar, um paraíso para importadores. Quando ela fechou seu empreendimento de vender cacarecos do Panamá, a proporção era 1 por 1—- um dólar igual a um real —, e não três por um, como ela disse. Nesse caso, acho que a ignorância colaborou com a mentira. Foi mentindo de modo compulsivo que o governo Lula conseguiu criar uma herança maldita que nunca existiu — incluindo o “descontrole da inflação”, estupidez que buscava expropriar FHC e o governo anterior de seu principal ativo, aquilo que realmente alterou a estrutura da economia brasileira e a tirou da rota da estagflação — estagnação com inflação: o Plano Real. Lula bateu a carteira dos programas sociais do governo FHC, reuniu-os num só e lhes deu novo nome. E proclamou: nunca antes nestepaiz… Lula foi beneficiado pela quase triplicação do preço de commodities brasileiras, origem das reservas que se acumularam — e transformou esse evento num fantástico aumento de exportações, que também não aconteceu. Lula anunciou uma revolução nas universidades federais, que nunca houve. E usou a máquina oficial, de modo sistemático, durante oito anos — com o apoio de sindicatos e dos movimentos sociais —, para destruir o legado alheio. Um império da mentira! É claro que contou com a ajuda de setores da imprensa. Elio Gaspari, por exemplo, foi um dos que ajudaram a fazer a sua fama entre setores pensantes — ou que pensam que pensam. Este gigante foi o primeiro a proclamar, por exemplo, a superioridade do “modelo Dilma” de concessão de estradas: é aquele que mata cobrando pedágio barato. Mas isso fica para texto específico — sobre Gaspari, não sobre estradas. Então é tudo mentira? Ou: método! Então é tudo mentira no governo Lula, e a população é imbecil e endossa um governo ruim? É claro que não! Quem deve pensar isso a respeito da população de São Paulo são os petistas. Eu, por exemplo, nunca escrevi algo assim. O que não aceito é que se recorra à mentira para destruir feitos alheios e inflar os próprios. Não acredito nesse tipo de política. Não acredito no “quanto pior, melhor”, opção que o PT ainda faz em São Paulo, por exemplo, onde nega — e combate — conquistas óbvias na educação, na saúde, na segurança, na infra-estrutura. Em entrevista ao Estadão, Aloizio Mercadante, candidato do PT ao governo do Estado, afirmou que São Paulo cresce menos do que o Brasil. É mentira! Cresce mais desde 2004. O que estou lhes dizendo é que a mentira é usada como método, o que caracteriza um descarado cinismo. E a prática, o que é espantoso, passou a ser encarada como coisa corriqueira, normal, própria da política, por amplos setores da imprensa. Volto ao caso Verônica Serra. Vejam a hora em que foram publicados textos no chamado jornalismo Online. Só no fim da tarde se admitiu o óbvio: tudo não passava de uma trapaça. Durante horas, a mentira espalhada pela Receita ficou no ar, exposta a milhares de leitores — muitos deles se deram por satisfeitos com ela. E governo, Receita e petistas colheram, então, os frutos da mentira. O que leva um órgão oficial a tornar público um documento que já se sabia falso (ver post sobre reportagem do Estadão)? O que leva o líder do governo no Senado, como fez Romero Jucá (PMDB-RR), a anunciar que seria apresentada a “prova” de que a própria Verônica havia pedido a quebra do sigilo? Convicção de que falavam a verdade? Ah, não! Jucá pode não ser, assim, um bom guia de educação moral e cívica, mas besta ele não é, muito pelo contrário. Ou não teria chegado tão longe — e ele sempre chega longe demais pouco importa quem esteja no governo. A seu modo, é um homem esperto.| Não! Este não é apenas um governo viciado na mentira, que a exerce de modo compulsivo. Também é. Este é um governo que faz da mentira um método: mente-se sobre o passado, mente-se sobre o presente, mente-se sobre o futuro, mente-se sobre a biografia de seus heróis, mente-se até para contar a história da falência de uma lojinha de cacarecos de Dilma Rousseff, candidata a governar os cacarecos morais do Brasil. Por Reinaldo Azevedo

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Sun, 05 Sep 2010 11:10:00 -0700 ERRO DE DILMA RESULTA EM 1 BILHÃO DE PREJUÍZO PARA CONSUMIDOR http://opiniaopolitica.posterous.com/erro-de-dilma-resulta-em-1-bilhao-de-prejuizo http://opiniaopolitica.posterous.com/erro-de-dilma-resulta-em-1-bilhao-de-prejuizo
A propaganda eleitoral tem apresentado a candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT) como uma eficiente gestora. Um erro cometido à frente do Ministério de Minas e Energia, contudo, coloca em xeque essa imagem. A falha foi apontada pelo TCU (Tribunal de Contas da União), em um processo que se arrastou por sete anos, e corroborada por uma auditoria do próprio governo. Segundo as decisões do tribunal, Dilma tardou em reconhecer e corrigir deficiências na tarifa social, um benefício concedido a consumidores de luz de baixa renda. O erro resultou no gasto inadequado, entre 2002 e 2007, de R$ 2 bilhões de um fundo mantido por consumidores de todo o país. Do total, R$ 989 milhões corresponderam à passagem de Dilma pelo ministério, de 2003 a 2005. A tarifa é coberta por um encargo embutido na conta de luz, a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético). Gerido pelo governo, o fundo CDE remunera as distribuidoras de energia de acordo com o número de famílias beneficiadas pela tarifa social, além de bancar o Luz para Todos e outros programas federais. Os R$ 2 bilhões que, segundo o TCU, foram desperdiçados, poderiam ter sido usados para investimentos federais ou mesmo na ajuda a famílias pobres. Na época, um dos critérios para a concessão do benefício era o consumo residencial. Os técnicos do tribunal, contudo, concluíram que consumidores que gastavam pouco (até 80 kWh por mês), não eram, necessariamente, pobres -caso de donos de casas de veraneio. Por outro lado, consumidores de fato pobres ficavam de fora do desconto, pois podiam registrar consumo acima de 80 kWh/mês, devido ao alto número de moradores sob um mesmo teto. Ou seja, consumidores pobres subsidiaram ricos. O tribunal propôs, então, a reformulação dos critérios do benefício, criado em abril de 2002, último ano do governo FHC. Em três comunicados, o TCU alertou a ministra Dilma sobre o problema. Mas Minas e Energia só contratou o estudo requisitado pelo TCU em 2006, quando Dilma já tinha ido para a Casa Civil. E a lei acabou sendo alterada apenas em 2010. A primeira advertência ocorreu em abril de 2003. O então presidente do tribunal, Valmir Campelo, informou que os ministros, em votação no plenário, haviam aprovado acórdão que apontava as inconsistências. O texto recomendava à ministra, "com a urgência que o assunto requer", que adotasse cinco medidas, incluindo a contratação de estudo que indicasse o cálculo mais adequado para a tarifa. Em 2004, o TCU mandou para o ministério um grupo de analistas, que por 19 dias avaliou se as recomendações haviam sido adotadas. A equipe concluiu que a ministra não tinha feito as mudanças nem contratado o estudo. O ministério alegou dificuldades para unificar o cadastro dos programas sociais e pediu mais tempo. A explicação não convenceu. "Tal postura é preocupante", advertiram os analistas. Em 2005, os ministros do TCU reiteraram as recomendações de 2003. Dilma foi notificada, por duas vezes, no mês de fevereiro. Dois meses depois da saída de Dilma da pasta, o novo ministro, Silas Rondeau, criou um grupo de trabalho sobre o tema. O estudo requisitado desde 2003 foi contratado pelo governo no dia 16 de janeiro de 2006. A partir daí, o governo trabalhou para aprovar uma lei sancionada por Lula em janeiro deste ano.

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Wed, 01 Sep 2010 11:18:54 -0700 DILMA ENROLA E NÃO RESPONDE - JORNAL DA GLOBO http://opiniaopolitica.posterous.com/dilma-enrola-e-nao-responde-jornal-da-globo http://opiniaopolitica.posterous.com/dilma-enrola-e-nao-responde-jornal-da-globo

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Tue, 31 Aug 2010 17:57:13 -0700 UM GOVERNO SEM PUDOR NEM LIMITES http://opiniaopolitica.posterous.com/um-governo-sem-pudor-nem-limites http://opiniaopolitica.posterous.com/um-governo-sem-pudor-nem-limites
Por Reinaldo Azevedo O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, voltou a acusar o PSDB de transformar em “palanque eleitoral” o episódio da violação dos sigilo fiscal de dirigentes do partido e de criar “factoides” em torno das investigações conduzidas pela Receita Federal. “Eles não conseguem fazer palanques nos Estados, ficam criando palanques fictícios”, alfinetou Padilha, em alusão à debandada de aliados da oposição para a campanha presidencial da candidata do PT, Dilma Rousseff, diante da escalada dela nas pesquisas. O ministro fez as declarações ao deixar o Congresso, onde acompanhou o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, na entrega do projeto de Lei Orçamentária para 2011. Padilha afirmou, ainda, que a Receita Federal vai cumprir todos os procedimentos relativos à investigação da denúncia de ampla violação de sigilos fiscais, que atingiu pessoas ligadas ao alto comando do PSDB, bem como outras alheias à esfera política, como a apresentadora da Rede Globo, Ana Maria Braga. Reportagem do jornal O Estado de S. Paulo mostrou que o vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, não teve acesso à íntegra dos autos da sindicância interna conduzida pela Receita Federal para investigar o caso, apesar da determinação da Justiça Federal. O jornal revelou que 13 volumes do processo não foram entregues ao dirigente tucano. “A Receita vai cumprir todas as determinações do juiz. O governo não admite irregularidades como essas”, assegurou Padilha, em alusão ao esquema de violação generalizada de sigilos fiscais que veio à tona, após a denúncia de Eduardo Jorge. Entretanto, embora o órgão tenha passado a sustentar a existência de um “suposto balcão de compra e venda de informações” e “pagamento de propina” na delegacia do Fisco em Mauá, na região do ABC paulista, o jornal O Estado de S. Paulo mostrou que essa versão não constou do relatório entregue ontem ao Ministério Público. O documento pediu o indiciamento de duas funcionárias daquela delegacia investigadas por violar o sigilo fiscal de quatro tucanos. Comento É claro que aparência nem sempre quer dizer alguma coisa. Mas, às vezes, é uma boa metáfora. Acabo de ver esse Padilha na televisão. Acreditem: ele ainda vai fazer 39 anos — no próximo dia 14. É o ministro mais novo de Lula. Parece ter, sei lá, uns 20 anos a mais. Digo que sua aparência envelhecida é uma metáfora porque não pode haver nada mais antigo do que este senhor. O que se vê acima é o governo no auge da indignidade. Culpar a vítima é a essência do despotismo. Não por acaso, há fábulas a respeito — e a mais conhecida é a do lobo que come o cordeiro depois de acusá-lo de turvar as águas do rio em que ambos bebem. A vítima provou que a acusação era falsa, já que bebia rio abaixo. O lobo só queria um pretexto, não um argumento racional. Essa fábula é a síntese da truculência. Isso evidencia quão antigo é este rapaz. Todos já sabemos que o sigilo de Eduardo Jorge estava em mãos de petistas envolvidos com a campanha de Dilma. Isso é fato. Todos sabemos que dados distorcidos daquele domingo circulavam nos blogs que trabalham para o PT — alguns deles financiados com dinheiro que é público. Isso também é fato. E por que os tucanos foram alvos da canalha? Ora, por que ousaram beber água no mesmo rio em que bebia o PT, vale dizer: porque ousaram se opor ao partido. Se é assim, então tem de ser engolidos. E Padilha não tem pejo em acusá-los, já que são as vítimas, entenderam? Este é mesmo um governo sem pudor nem limites. E escalaram o mais jovem dos ministros para ser a face visível do lobo ancestral. Não sei qual será o resultado das eleições — “eles” e alguns coleguinhas meus dizem saber… O que sei, aí sim, é que, seja qual for o desfecho DESTA DISPUTA, a luta continua, como se dizia antigamente… Qual luta? Em defesa da democracia e do estado de direito. E isso significa enfrentar o lobo e devolve-lo à floresta.

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Fri, 27 Aug 2010 14:53:01 -0700 MISTÉRIOS DE DILMA http://opiniaopolitica.posterous.com/misterios-de-dilma http://opiniaopolitica.posterous.com/misterios-de-dilma
Editorial do jornal Folha de São Paulo. 27.08.10 Ao tornar inacessíveis os dados referentes à prisão da candidata Dilma Rousseff, o STM sonega informações de evidente interesse público Encontram-se guardados a sete chaves, num cofre do Supremo Tribunal Militar, os autos do processo que levou à prisão, em 1970, a atual candidata do PT à Presidência da República. É evidente a distância, temporal e ideológica, entre aquela Dilma Rousseff de 1970, integrante do grupo guerrilheiro Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares, e a candidata de hoje. A superação de extremismos e fantasmas ideológicos foi uma conquista, obtida não sem esforço e resistência, de toda a sociedade brasileira em seu processo de redemocratização. Até mesmo em função dessa circunstância, não faz nenhum sentido manter em sigilo os documentos relativos ao processo movido contra Dilma Rousseff durante o regime autoritário. É da essência republicana que a biografia de um candidato se exponha ao exame até mesmo impiedoso da opinião pública. Trata-se, afinal, de alguém que pretende assumir o comando do país. Vale lembrar que as simples declarações de bens de cada candidato, exigidas pelos tribunais eleitorais, não eram divulgadas ao público -tendo sido necessário um mandado judicial para que a Folha pudesse publicá-las pela primeira vez, há mais de dez anos. Sabe-se até que ponto, nos Estados Unidos, é levado à risca o princípio de que nenhum aspecto da vida privada de um candidato está, em tese, a salvo do interesse público. Do prontuário médico aos hábitos de consumo, do currículo escolar ao cotidiano doméstico, nada é irrelevante. Ainda que, no Brasil, tenha-se o costume de resguardar um pouco mais a intimidade de governantes e políticos, é dever da imprensa escrutiná-la quando há motivos razoáveis para supor sua possível influência na condução dos negócios de Estado. No caso do processo de Dilma Rousseff, o segredo se torna ainda mais aberrante quando se tem em conta que são públicos os arquivos aos quais, num ato discricionário, o Supremo Tribunal Militar negou acesso. O presidente do STM, Carlos Alberto Soares, argumentou em entrevista que os autos foram guardados num cofre, para evitar-se "uso político" do material. Acrescentou que os papéis são de "difícil manuseio", dado seu estado de conservação. Com os defeitos e virtudes que possa ter, com os erros e acertos que acumulou ao longo de sua biografia, em especial no que diz respeito a suas atitudes políticas, Dilma Rousseff abandona a esfera exclusiva da existência privada a partir do momento em que pretende ocupar o cargo de presidente da República. Não é exagero dizer que, apesar de seus índices de popularidade, pouco ainda se conhece a seu respeito -exceto aquilo que, graças a uma operação intensiva de marketing, ao peso paquidérmico da máquina oficial e ao desmedido esforço cesarista do presidente Lula, vem sendo imposto artificialmente ao eleitorado. Nenhum sigilo, ainda mais quando promovido por uma instância oficial, justifica-se nessa circunstância.

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Fri, 20 Aug 2010 14:15:45 -0700 A DILMA QUE O PT NÃO MOSTRARÁ http://opiniaopolitica.posterous.com/a-dilma-que-o-pt-nao-mostrara http://opiniaopolitica.posterous.com/a-dilma-que-o-pt-nao-mostrara

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Thu, 19 Aug 2010 06:36:08 -0700 IMPERDÍVEL: REVISTA PIAUÍ ENGANA SEUS LEITORES http://opiniaopolitica.posterous.com/imperdivel-revista-piaui-engana-seus-leitores-2 http://opiniaopolitica.posterous.com/imperdivel-revista-piaui-engana-seus-leitores-2

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Mon, 16 Aug 2010 17:30:04 -0700 MITOS E FATOS SOBRE A ELEIÇÃO http://opiniaopolitica.posterous.com/mitos-e-fatos-sobre-a-eleicao http://opiniaopolitica.posterous.com/mitos-e-fatos-sobre-a-eleicao
Do blog de Jose Roberto de Toledo Mito 1: A eleição de 2010 é governista. Fato: A eleição de 2010 é mais fácil para candidatos governistas. Consumo em alta. Emprego em alta. Popularidade em alta. É difícil para um candidato de oposição bater de frente com um governo quando a economia vai bem. O oposicionista se limita a criticar pontos específicos e a prometer continuidade no resto. Acaba com um discurso moderado ou esquizofrênico. Em ambos os casos, o discurso do candidato oposicionista é difícil de emplacar. Sem uma identidade clara, ou uma proposta que seduza o eleitor, perde terreno para os situacionistas. Com economia em alta, candidatos à reeleição muito populares ou apoiados por governantes com alta aprovação são favoritos, seja para presidente, seja para governador. Além de Dilma Rousseff (PT) na corrida presidencial, entram na reta final liderando as pesquisas os governadores ou seus candidatos em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Bahia. Cada um de um partido diferente. Mas favoritismo não é sinônimo de eleição ganha. Os 45 dias de bombardeio dos candidatos no rádio e na TV devem mudar alguns cenários e reforçar outros. Mito 2: recall é igual a intenção de voto. Fato: recall alto ajuda, mas não é garantia de voto na urna. Na pré-campanha, até 75% dos eleitores não têm um presidenciável na ponta da língua. Confrontados com a necessidade de apontar um candidato, escolhem, na cartela dos institutos de pesquisa, um nome que parece familiar. É uma associação da memória, não necessariamente uma escolha. À medida que a campanha avança, o grau de conhecimento sobre os candidatos aumenta, e outras associações mentais entram em jogo, como a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com Dilma. Lula em 1994 e José Serra em 2010 saíram na frente nas pesquisas, mas foram ultrapassados. Ambos haviam sido presidenciáveis e tinham chegado ao 2º turno. Eram mais conhecidos que os adversários no começo da disputa. O petista perdeu a eleição. O tucano tenta repetir Fernando Henrique Cardoso, que saiu na frente em 1998, quase foi ultrapassado, mas reagiu e venceu. Mito 3: transferência de voto não existe. Fato: transferência não existe, mas transfusão ao sucessor sim. O eleitor paulista não liga muito se Lula apóia Aloizio Mercadante (PT) para governador. Mas Dilma só tem os percentuais que alcançou na corrida presidencial por causa de Lula. “Guerreira” é o atributo que os marqueteiros tentam lhe atribuir, não é o motivo de sua ascensão nas pesquisas. Se Dilma, sem experiência nem marca própria, for eleita, entrará para uma galeria que já tem Celso Pitta, Luiz Paulo Conde, Fleury Filho, Lucas Nogueira Garcez e Rosinha Garotinho. Com exceção da última – casada com o criador-, as demais criaturas romperam com os que lhes deram a transfusão eleitoral necessária para nascerem politicamente. Mito 4: Minas Gerais vai decidir a eleição. Fato: nenhum colégio eleitoral sozinho define eleição presidencial. Não adianta um candidato a presidente ir muito bem em um ou outro Estado, e perder feio nos demais. Por maior que seja o seu reduto eleitoral, o presidenciável, para ter chance, precisa ter pelo menos 30% dos votos na maioria das unidades da Federação. E isso se houver mais de dois candidatos no páreo. No 2º turno, é preciso um percentual ainda maior na maioria das UFs. Mito 5: Pobre vota em Dilma, rico vota em Serra. Fato: o condicionante do voto nesta eleição é regional, não socioeconômico. Os ricos do Nordeste preferem Dilma a Serra, assim como boa parte dos pobres paulistas e paranaenses, por exemplo, preferem Serra a Dilma. A divisão regional do voto para presidente ainda não foi totalmente explicada, mas vai além de uma causa única, como programas assistencialistas. Passa pela inclusão dos eleitores no maravilhoso mundo do consumo. Mito 6: todo eleitor que aprova o governo votará no seu candidato. Fato: apenas os eleitores que dão notas mais altas a um governo votam em peso no seu candidato. “Ótimo” não é a mesma coisa que “bom”. O eleitor usa graduações diferentes para expressar sua opinião sobre uma administração. Até a semana passada, Dilma só ganhava de Serra entre os eleitores que dão nota 8 ou superior ao governo Lula. Muitos eleitores dão nota 7 ao presidente, mas votam na oposição. Conscientemente. Mito 7: quanto mais aparece, mais o candidato cresce. Fato: a superexposição não ajuda todos os candidatos. Serra priorizou sua campanha no Nordeste. Dilma ampliou sua vantagem na região. O tucano passou a visitar semanalmente Minas Gerais. A petista virou entre os mineiros. Uma hipótese é que ao intensificar sua campanha em redutos lulistas, Serra passou a ser visto como oposicionista por mais eleitores e perdeu votos. “Ciro” é o nome de urna de um dos candidatos ao Senado em São Paulo. Ele é assim apresentado nas pesquisas, e chega a quase 20% das intenções de voto. O que ocorrerá quando os eleitores descobrirem que seu sobrenome é Moura? Mito 8: pesquisa define eleição. Fato: pesquisa influencia eleição, mas não a define. As pesquisas de intenção de voto influenciam o espaço de cada candidato na cobertura de imprensa, se eles participam ou não de debates, o quanto arrecadam de financiadores de campanha, o moral dos comitês e dos militantes. Mas não determinam quem ganha ou perde. Fosse assim, não haveria viradas. Quem saísse na frente ganharia sempre. Mito 9: o horário eleitoral é gratuito e democrático. Fato: o horário eleitoral não é gratuito nem democratiza a eleição. O pagamento pelo horário eleitoral na TV e no rádio sai do seu, do meu, do nosso bolso, via créditos fiscais que as emissoras recebem pela cessão do tempo em sua programação. A Receita Federal estima que deixa de arrecadar R$ 128 mil por minuto de propaganda eleitoral. Isso significa que apenas a campanha presidencial no 1º turno custará R$ 163 milhões aos cofres públicos. Fora as campanhas de governador, senador e deputados. Além disso, os candidatos investem um bom dinheiro na produção dos programas de TV e rádio. Até 8 de agosto, antes portanto de o horário eleitoral começar, apenas o comitê de Dilma Rousseff (PT) já havia gastado R$ 4,5 milhões com os programas. Gratuito para quem? A divisão do horário eleitoral é tão favorável aos grandes partidos que seu efeito sobre as candidaturas nanicas é quase nulo, senão negativo. Tome-se o exemplo de Heloisa Helena, em 2006. A candidata a presidente do PSOL tinha o equivalente a 12% dos votos válidos em 8 de agosto (Datafolha), antes de a propaganda eleitoral começar. Ao final da apuração, tinha 6,9% dos votos válidos.

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Mon, 16 Aug 2010 07:02:49 -0700 VEJA OPINIÃO DE DILMA S/ MEIO AMBIENTE E OUTROS ABSURDOS http://opiniaopolitica.posterous.com/veja-opiniao-de-dilma-s-meio-ambiente-e-outro-0 http://opiniaopolitica.posterous.com/veja-opiniao-de-dilma-s-meio-ambiente-e-outro-0

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Thu, 12 Aug 2010 08:04:44 -0700 IMPERDÍVEL: JORNAL NACIONAL ENTREVISTA SERRA. ASSISTA http://opiniaopolitica.posterous.com/imperdivel-jornal-nacional-entrevista-serra-a http://opiniaopolitica.posterous.com/imperdivel-jornal-nacional-entrevista-serra-a

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Wed, 11 Aug 2010 12:24:29 -0700 VEJA OPINIÃO DE DILMA S/ MEIO AMBIENTE E OUTROS ABSURDOS http://opiniaopolitica.posterous.com/veja-opiniao-de-dilma-s-meio-ambiente-e-outro http://opiniaopolitica.posterous.com/veja-opiniao-de-dilma-s-meio-ambiente-e-outro

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Sat, 07 Aug 2010 18:41:14 -0700 IMPERDÍVEL: REVISTA PIAUÍ ENGANA SEUS LEITORES http://opiniaopolitica.posterous.com/imperdivel-revista-piaui-engana-seus-leitores http://opiniaopolitica.posterous.com/imperdivel-revista-piaui-engana-seus-leitores

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Wed, 04 Aug 2010 11:18:57 -0700 BISPO DE GUARULHOS RECOMENDA: NÃO VOTE EM DILMA http://opiniaopolitica.posterous.com/bispo-de-guarulhos-recomenda-nao-vote-em-dilm http://opiniaopolitica.posterous.com/bispo-de-guarulhos-recomenda-nao-vote-em-dilm

Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações”, independentemente do partido a que pertençam. http://www.diocesedeguarulhos.org.br/

Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de “Deus” não seja manipulado ou usurpado por “César” e vice-versa. Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir- se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus. Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa. Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência. Na condição de Bispo Diocesano, como r e s p o n s á v e l pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que - por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico. Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21). Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações”, independentemente do partido a que pertençam. Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição. D. Luiz Gonzaga Bergonzini Bispo de Guarulhos

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Sun, 01 Aug 2010 04:06:51 -0700 ELEITORES REAIS QUE OS NÚMEROS ESCONDEM http://opiniaopolitica.posterous.com/eleitores-reais-que-os-numeros-escondem http://opiniaopolitica.posterous.com/eleitores-reais-que-os-numeros-escondem
Por Reinaldo Azevedo da Veja. Excitada, a petralhada resolveu cobrar: “Não vai escrever sobre a pesquisa Ibope? Só fala sobre o Datafolha?” Ora, é claro que escrevo. Por que não escreveria? Interrompo o meu verão, já nos finalmentes, para fazer a vontade dos meus leitores — os que me lêem porque gostam e os que o fazem para saber onde pôr seu ódio. Segundo a mais recente pesquisa Ibope, a petista Dilma Rousseff aparece com 5 pontos à frente do tucano José Serra: 34% a 39%. No segundo turno, a diferença seria de 6 a favor dela: 46% a 40%. O Ibope ouviu 2.506 pessoas entre os dias 26 e 29 de julho. Uma semana antes, entre 20 e 22, o Datafolha entrevistou 10.905 pessoas — uma amostra 3,3 vezes maior — e chegou a números bem distintos: empate técnico de 37% a 36%, com o tucano numericamente na frente no primeiro turno, e 46% (Dilma) a 45% (Serra) no segundo. Em pesquisas, as tais margens de erro tendem a esconder oceanos de pessoas. O que quero dizer com isso? São 135,8 milhões os eleitores brasileiros. Segundo o Datafolha, Serra teria, na hipótese mais provável, 1,358 milhão de votos a mais do que Dilma no primeiro turno; em uma semana, assegura o Ibope, é Dilma quem tem 6,79 milhões de eleitores a mais. O que aconteceu nesses dias para tamanha mudança de humor dos eleitores? A resposta: nada! Os ditos “especialistas” não falam, então falo eu: um dos dois deve estar errado. Em quem confiar? Não tenho motivos para desconfiar nem do Datafolha nem do Ibope. Então escolho o que o trabalha com a amostra maior — e bem maior: o Datafolha. Desde que se sigam os critérios técnicos corretos, uma pesquisa será tão mais confiável quanto maior for a amostragem. Os “especialistas” sabem disso. Silenciam a respeito porque, afinal de contas, o Ibope está mais de acordo com as previsões que fazem há dois anos. Discrepância nas regiões Quando se cotejam os números dos dois institutos por região, sobra espaço para algumas estranhezas. Na Sul, por exemplo, Serra lidera com 45% a 32% (Datafolha) e 46% a 31% (Ibope). No Norte/Centro-Oeste, Dilma está na frente: 41% a 33% no Datafolha e 40% a 33% no Ibope. Como vocês podem notar, os números coincidem dentro da margem de erro. Na região Nordeste, a coisa muda de figura. No Datafolha, a petista lidera com 41% a 29% — 12 pontos de vantagem. No Ibope, a diferença salta para 24 pontos — 49% a 25%: o dobro. No Sudeste, as coisas se complicam também: o tucano lidera, segundo o Datafolha, por sete pontos: 40% a 33%, mas empata com a petista, numericamente atrás, no Ibope: 35% a 37% para ela. Estivessem certos os dois institutos, uma semana teria sido o suficiente para Serra perder cinco pontos e para Dilma ganhar 4. Por quê? Que ocorrência justificaria tamanha mudança? Como explicar que Ibope e Datafolha cheguem ao mesmo lugar no sul e Centro-Oeste e a posições tão distintas no Nordeste e no Sudeste? Estando todo mundo certo, seria forçoso constatar que os eleitores destas duas últimas regiões seriam mais inconstantes do que os demais. Alguém aposta nisso? Há institutos nos quais não confiaria a minha carteira, mesmo tão modesta, e há aqueles de que não tenho motivos para desconfiar. Até onde sei, o Ibope exibe o que apura. Mesmo na hipótese de estar todo mundo certo e de ter havido essa grande movimentação do eleitorado do Sudeste e do Nordeste em uma semana, convém constatar que a série histórica do Ibope não autoriza a euforia dos petistas. Na apuração do instituto, o eleitorado é bastante inconstante. Vejam: no dia 3 de junho, os dois candidatos estavam empatados em 37%; no dia 21, a diferença era de 6 pontos a favor de Dilma (32% a 38%); nove dias depois, eles estavam novamente empatados (36%); passado um mês, a diferença voltou a ser de cinco pontos para a petista. Pesquisas não decidem eleições, mas influenciam, sim, o processo eleitoral — direi como no post abaixo deste. E servem para criar correntes de opinião, de pressão e, como não poderia deixar de ser, para embates ideológicos. Por Reinaldo Azevedo

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Sat, 31 Jul 2010 12:58:11 -0700 LEIA O ARTIGO DO BISPO DE GUARULHOS http://opiniaopolitica.posterous.com/leia-o-artigo-do-bispo-de-guarulhos-4 http://opiniaopolitica.posterous.com/leia-o-artigo-do-bispo-de-guarulhos-4

Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações”, independentemente do partido a que pertençam. http://www.diocesedeguarulhos.org.br/

Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de “Deus” não seja manipulado ou usurpado por “César” e vice-versa. Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir- se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus. Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa. Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência. Na condição de Bispo Diocesano, como r e s p o n s á v e l pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que - por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico. Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21). Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações”, independentemente do partido a que pertençam. Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição. D. Luiz Gonzaga Bergonzini Bispo de Guarulhos

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Fri, 30 Jul 2010 07:16:24 -0700 CONHEÇA OS MINISTÉRIOS QUE DILMA VAI CRIAR http://opiniaopolitica.posterous.com/conheca-os-ministerios-que-dilma-vai-criar http://opiniaopolitica.posterous.com/conheca-os-ministerios-que-dilma-vai-criar

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Fri, 30 Jul 2010 07:07:04 -0700 VEJA O QUE PENSA DILMA SOBRE A FAMÍLIA http://opiniaopolitica.posterous.com/veja-o-que-pensa-dilma-sobre-a-familia http://opiniaopolitica.posterous.com/veja-o-que-pensa-dilma-sobre-a-familia

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Fri, 30 Jul 2010 06:55:03 -0700 OPINIÃO DE DILMA SOBRE O MEIO AMBIENTE http://opiniaopolitica.posterous.com/opiniao-de-dilma-sobre-o-meio-ambiente-1 http://opiniaopolitica.posterous.com/opiniao-de-dilma-sobre-o-meio-ambiente-1

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Thu, 29 Jul 2010 04:48:16 -0700 ROGÉRIO REBATE CRÍTICAS DE DILMA http://opiniaopolitica.posterous.com/rogerio-rebate-criticas-de-dilma-4 http://opiniaopolitica.posterous.com/rogerio-rebate-criticas-de-dilma-4
A declaração da ex-ministra da Casa Civil Dilma Rousseff (PT), candidata à Presidência da República, sobre a forma como o Democratas e o PSDB fazem oposição ao atual Governo Federal foi rebatida pelo presidente do PSDB no Rio Grande do Norte, deputado federal Rogério Marinho. O dirigente partidário lembrou a postura do PT durante o período em que fez oposição ao Governo de Fernando Henrique Cardoso e disse que Dilma tem "memória curta". Durante a manhã desta quarta-feira (28), em Natal, Dilma Rousseff disse que não seria possível que democratas e tucanos posassem de "civilizados, que fizeram uma oposição civilizada". A candidata acusou os oposicionistas de fazerem críticas pessoais ao presidente Lula e de chamar o Bolsa Família de "Bolsa Esmola". No entanto, o presidente do PSDB rebateu as críticas da ex-ministra. Rogério Marinho afirmou que, durante o período da redemocratização, os petistas apoiaram Paulo Maluf, e não Tancredo Neves. Além disso, o tucano lembrou a postura do PT durante a apreciação de projetos hoje consideráveis indiscutíveis na sociedade. "O PT, quando era oposição, era oposição contra tudo e contra todos. O PT não votou em Tancredo Neves, e quem votou foi expulso. O PT votou contra o Plano Real. O PT votou contra o Proer, que reestruturou o sistema financeiro do país. O PT que acusou a rede social criada pelo PSDB de ser o bolsa esmola, e essa mesma rede social é a bandeira do PT", acusou Rogério Marinho. Na opinião do dirigente partidário, o PT fez oposição "desproposital", e "foi uma oposição que, na hora que se estabeleceu como governo, rasgou as bandeiras históricas do partido". "O grande mértiro do PT foi continuar as bandeiras econômicas e sociais do PSDB. Se o PT tivesse continuado com suas bandeiras, o Brasil não estaria como está", afirmou. Ainda de acordo com o parlamentar, a oposição feita pelo PSDB, DEM e PPS está dentro do que espera a população. "A oposição tem feito o seu papel, de fiscalizar, de ser contra o aumento da carga tributária, de denunciar os aloprados e o mensalão, impedir o aparelhamenrto do estado, a farra do cartão corporativo e denunciar o fato que o RN tem sido um estado deixado à margem das prioridades do Governo Federal", criticou. Aeroporto Sobre a declaração da candidata Dilma Rousseff acerca da postura do adversário José Serra (PSDB) com relação ao aeroporto de São Gonçalo, Rogério Marinho garantiu que o ex-governador paulista nunca disse ser contra a obra, como Dilma afirmou que o tucano seria. "Quem tem sido contra o aeroporto, no sentido de empurrar com a barriga, é o atual governo. Ela como ministra da Casa Civil teve todas as chances de acelerar o processo, mas a última notícia que tive foi que o modelo de gestão não será definido nesse ano, provavelmente. Eles estão no poder há quase oito anos, e não se pode mais olhar pelo retrovisor", disse. De acordo com o presidente do PSDB, "o governador Serra disse que o ideal é o modelo de concessão privada nos grandes aeroportos, já que a Infraero não tem condições para fazer os investimentos necessários".

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Wed, 28 Jul 2010 17:48:32 -0700 ROGÉRIO REBATE CRÍTICAS DE DILMA http://opiniaopolitica.posterous.com/rogerio-rebate-criticas-de-dilma-0 http://opiniaopolitica.posterous.com/rogerio-rebate-criticas-de-dilma-0
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