Opnião Política http://opiniaopolitica.posterous.com Rinaldo Barros posterous.com Thu, 12 Aug 2010 08:04:44 -0700 IMPERDÍVEL: JORNAL NACIONAL ENTREVISTA SERRA. ASSISTA http://opiniaopolitica.posterous.com/imperdivel-jornal-nacional-entrevista-serra-a http://opiniaopolitica.posterous.com/imperdivel-jornal-nacional-entrevista-serra-a

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Thu, 17 Jun 2010 04:44:40 -0700 Alumiando as idéias http://opiniaopolitica.posterous.com/alumiando-as-ideias http://opiniaopolitica.posterous.com/alumiando-as-ideias
Você já parou para pensar no que significa a palavra "progresso"? E “prosperidade”? Pense mais um pouco, pois as palavras têm força: desenvolvimento, avanço, melhoria, evolução, expansão, ampliação, riqueza, fartura, abundância, qualidade de vida, civilização, trabalho, saúde, educação, informatização, cidades limpas, pontes, estradas, indústrias e muitas outras coisas, que ainda estão por vir e que não conseguimos sequer imaginar. Agora pense um pouquinho mais: será que tudo isso de bom não tem um preço? Será que para ter toda essa facilidade de vida nós não pagaremos nada? A sabedoria popular ensina que para tudo na vida existe um preço. Pois é, nesse caso não é diferente. Vamos alumiar algumas idéias. O atual modelo hegemônico de crescimento econômico, globalizado, gerou enormes desequilíbrios. Se, por um lado, nunca houve tanta riqueza no mundo, por outro lado, a miséria, a violência, a degradação ambiental, a poluição e a barbárie aumentam geometricamente dia-a-dia. Em contraponto, é totalmente viável a idéia do Desenvolvimento Sustentável (DS), buscando conciliar o desenvolvimento econômico e tecnológico com a preservação ambiental e com a redução da pobreza no mundo. Construindo o progresso, a prosperidade, a civilização. Os estudiosos do Desenvolvimento Sustentável (DS), o definem como: equilíbrio entre o desenvolvimento tecnológico, o aumento da produtividade, e o respeito à Natureza, tendo como centro os diversos grupos sociais, na busca da eqüidade social. Alerto para o fato de que o conceito de “eqüidade” é mais realista do que o de “justiça”, pois o primeiro recomenda tratar desigualmente os desiguais. A meu ver, e acho que o caro leitor concorda, tratar a todos igualitariamente é injusto. Para alcançarmos o DS, a proteção da Natureza tem que ser entendida como parte integrante do processo de desenvolvimento, e não pode ser considerada isoladamente. É aqui que entra uma questão primordial: a diferença entre crescimento e desenvolvimento. A diferença é que o crescimento não conduz nem à justiça nem à eqüidade social, pois não leva em consideração nenhum outro aspecto a não ser o acúmulo de riquezas, que se faz nas mãos apenas de uma minoria de milionários. O desenvolvimento, por sua vez, preocupa-se com a geração de riquezas sim, mas tem o objetivo de distribuí-las eqüitativamente, de melhorar a qualidade de vida de toda a população, de gerar prosperidade a cada dia. Ou seja, desenvolver com sustentabilidade é conquistar: 1) a satisfação das necessidades básicas da população (habitação, alimentação, segurança, saúde, educação e lazer); 2) a solidariedade para com as gerações futuras, de modo que elas usufruam de igualdade de oportunidades, que tenham chance de viver melhor no médio e longo prazo; 3) a preservação da identidade histórico-cultural de cada povo; 4) a participação democrática da população de cada comunidade envolvida e; 5) redução da poluição e preservação da diversidade dos recursos naturais: água limpa, oxigênio, fauna e flora. Para tanto, o olhar da Ciência para essa questão deve ser político (com “P” maiúsculo), e exige uma abordagem teórica informada pela visão pragmática, considerando o Ser Humano como centro da vida no planeta. Todavia, na luta para chegar ao DS, no atual momento histórico, é preciso utilizar a arma do voto com essa perspectiva, refletindo seriamente sobre uma questão fundamental: quem, de verdade, pela sua história de vida, reúne melhores condições, experiência e competência, para administrar nosso querido Brasil, como uma ponte para o futuro? Resumo da ópera: agora em 2010, o caro leitor vai ter a rara oportunidade de decidir, com o seu voto, sobre qual herança deseja deixar para os seus filhos e netos.

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