Opnião Política http://opiniaopolitica.posterous.com Rinaldo Barros posterous.com Wed, 25 Aug 2010 05:12:59 -0700 PARA NÃO SER IDIOTA http://opiniaopolitica.posterous.com/para-nao-ser-idiota http://opiniaopolitica.posterous.com/para-nao-ser-idiota
Este foi, talvez, o artigo mais difícil de ser parido nesses últimos meses. Fiquei mais de uma semana com ele sendo gestado, sem atinar com o rumo que essa prosa deveria tomar. Estou convicto de que foram dois os motivos para tamanha dificuldade para articular o pensamento: 1) a estranheza dessa eleição, uma eleição sem partidos, e sem definição de quem é governo e quem é oposição; 2) a apatia da população – notadamente a juventude - quanto ao seu presente e ao seu futuro. Assistimos a um governo sem definição ideológica e sem oposição, sem um projeto de Nação, comprometido apenas consigo mesmo e com seu projeto de se perpetuar no poder, apresentando uma candidata sem face e sem voto, e sem qualquer experiência eleitoral; e um eleitorado desinformado e desinteressado, movido apenas pelo individualismo imediatista. Atualmente, aqui no patropi, estamos pensando e agindo como se fôssemos milhões de lobotomizados num processo de anomia (pode ir ao dicionário). Quase ninguém está interessado mais em política, com “P” maiúsculo. No máximo, vemos o eleitor que se move tão somente para tentar levar alguma vantagem na campanha eleitoral. Penso que há um tédio crescente pela atividade política, pois ela está associada à politicagem dos acordos espúrios e da corrupção, e uma sensação cada vez mais forte de que política é uma coisa menor, desprezível. A mais nobre das atividades humanas se tornou vergonhosa. Essa é uma das nossas maiores tragédias. Esse fenômeno é mais perceptível nos jovens, aqueles que não vivenciaram os anos de chumbo, melhor, que não conheceram o que é viver sem liberdade. Eles respiram a liberdade como se fosse algo natural. Não compreendem que a participação na vida pública foi uma conquista histórica sofrida e demorada. Estas questões geram um conjunto de reflexões éticas e políticas, inclusive acerca do sistema representativo, na medida em que os explorados são, em larga medida, não-cidadãos ou cidadãos em processo de formação, que ainda não se desenvolveram a ponto de criar uma alternativa real e viável para o enfrentamento das grandes questões sociais. Certamente, uma das razões desta ausência de alternativas resulta do enfraquecimento político da classe trabalhadora, em decorrência do abandono de políticas de pleno-emprego e geração do desenvolvimento; substituídas que foram por políticas compensatórias, por si só, inibidoras da organização sindical e política dos trabalhadores. Nesse sentido, são políticas retrógadas que geraram alienação em diversas categorias sociais. Seria o Bolsa Família o novo “ópio do povo”? Talvez seja possível vislumbrar o pano de fundo deste imbróglio, colocando as coisas da seguinte forma: o declínio do PT, se é isto mesmo que estamos observando, pode ser entendido de forma mais adequada como o paradoxo do declínio da esquerda em geral. O grande paradoxo foi que o PT chegou ao poder em decorrência das limitações das estratégias neoliberais, mas foi incapaz de romper com o seu legado. Ao contrário. Em palavras mais claras, Lula metamorfoseou-se e aprofundou a mesma política econômica que encontrou, estimulou mais e maiores lucros para as grandes empresas, virou o queridinho dos milionários; e engabelou a patuléia com o Bolsa Família e outras astúcias; aprofundando a concentração de renda. A questão relevante é: porque o PT deu uma guinada à direita? A meu ver, um caso típico de submissão de um coletivo político ao que os gregos chamavam de “idiótes”. Dificilmente, este partido, em aliança com setores conservadores e corruptos (Sarney, Collor, Renan, Temer, Jader), fará uma nova virada de volta às suas origens. Peço mais atenção, ao caro leitor. O perigo reside justamente neste ponto. Caso a maioria do eleitorado permaneça em estado de alienação (“idiótes”), é bastante provável o surgimento de alternativa antidemocrática, a exemplo da Venezuela, pois temos no Brasil o caldo de cultura pronto para uma ditadura estilo bolivariana. Diante do quadro atual, somente a alternância de poder poderá fortalecer a Democracia e o Estado de Direito. Somente uma profunda reavaliação das políticas públicas, para que se tornem desenvolvimentistas e centradas na produção, na geração do pleno emprego, na melhoria da distribuição da renda, com participação e controle da sociedade civil; permitirá a consolidação de um novo ciclo republicano e democrático. Novo ciclo que assegure espaço democrático para idéias divergentes e diferentes das hegemônicas. Este processo somente poderá ser conduzido por um governo capaz de formular e implantar, de fato, as reformas fundamentais (política, agrária, fiscal, e universitária). Repito, com alternância no poder central. Para concluir, inspiro-me aqui no pequeno-grande livro de Mario Cortella e Janine Ribeiro “Política – Para não ser Idiota”, Campinas (SP), Papirus, 2010. Um deleite. Aprendi que os gregos chamavam de “idiótes” aquele que só enxerga o próprio umbigo, que está voltado para si mesmo. Diziam que o “idiótes” não pode ser livre, pois só é livre aquele que se envolve - como protagonista - na vida pública, na vida coletiva. Só é possível ser livre como cidadão. Essa verdade continua em vigor no Brasil de hoje: participar, para não ser idiota.

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Mon, 16 Aug 2010 17:30:04 -0700 MITOS E FATOS SOBRE A ELEIÇÃO http://opiniaopolitica.posterous.com/mitos-e-fatos-sobre-a-eleicao http://opiniaopolitica.posterous.com/mitos-e-fatos-sobre-a-eleicao
Do blog de Jose Roberto de Toledo Mito 1: A eleição de 2010 é governista. Fato: A eleição de 2010 é mais fácil para candidatos governistas. Consumo em alta. Emprego em alta. Popularidade em alta. É difícil para um candidato de oposição bater de frente com um governo quando a economia vai bem. O oposicionista se limita a criticar pontos específicos e a prometer continuidade no resto. Acaba com um discurso moderado ou esquizofrênico. Em ambos os casos, o discurso do candidato oposicionista é difícil de emplacar. Sem uma identidade clara, ou uma proposta que seduza o eleitor, perde terreno para os situacionistas. Com economia em alta, candidatos à reeleição muito populares ou apoiados por governantes com alta aprovação são favoritos, seja para presidente, seja para governador. Além de Dilma Rousseff (PT) na corrida presidencial, entram na reta final liderando as pesquisas os governadores ou seus candidatos em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Bahia. Cada um de um partido diferente. Mas favoritismo não é sinônimo de eleição ganha. Os 45 dias de bombardeio dos candidatos no rádio e na TV devem mudar alguns cenários e reforçar outros. Mito 2: recall é igual a intenção de voto. Fato: recall alto ajuda, mas não é garantia de voto na urna. Na pré-campanha, até 75% dos eleitores não têm um presidenciável na ponta da língua. Confrontados com a necessidade de apontar um candidato, escolhem, na cartela dos institutos de pesquisa, um nome que parece familiar. É uma associação da memória, não necessariamente uma escolha. À medida que a campanha avança, o grau de conhecimento sobre os candidatos aumenta, e outras associações mentais entram em jogo, como a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com Dilma. Lula em 1994 e José Serra em 2010 saíram na frente nas pesquisas, mas foram ultrapassados. Ambos haviam sido presidenciáveis e tinham chegado ao 2º turno. Eram mais conhecidos que os adversários no começo da disputa. O petista perdeu a eleição. O tucano tenta repetir Fernando Henrique Cardoso, que saiu na frente em 1998, quase foi ultrapassado, mas reagiu e venceu. Mito 3: transferência de voto não existe. Fato: transferência não existe, mas transfusão ao sucessor sim. O eleitor paulista não liga muito se Lula apóia Aloizio Mercadante (PT) para governador. Mas Dilma só tem os percentuais que alcançou na corrida presidencial por causa de Lula. “Guerreira” é o atributo que os marqueteiros tentam lhe atribuir, não é o motivo de sua ascensão nas pesquisas. Se Dilma, sem experiência nem marca própria, for eleita, entrará para uma galeria que já tem Celso Pitta, Luiz Paulo Conde, Fleury Filho, Lucas Nogueira Garcez e Rosinha Garotinho. Com exceção da última – casada com o criador-, as demais criaturas romperam com os que lhes deram a transfusão eleitoral necessária para nascerem politicamente. Mito 4: Minas Gerais vai decidir a eleição. Fato: nenhum colégio eleitoral sozinho define eleição presidencial. Não adianta um candidato a presidente ir muito bem em um ou outro Estado, e perder feio nos demais. Por maior que seja o seu reduto eleitoral, o presidenciável, para ter chance, precisa ter pelo menos 30% dos votos na maioria das unidades da Federação. E isso se houver mais de dois candidatos no páreo. No 2º turno, é preciso um percentual ainda maior na maioria das UFs. Mito 5: Pobre vota em Dilma, rico vota em Serra. Fato: o condicionante do voto nesta eleição é regional, não socioeconômico. Os ricos do Nordeste preferem Dilma a Serra, assim como boa parte dos pobres paulistas e paranaenses, por exemplo, preferem Serra a Dilma. A divisão regional do voto para presidente ainda não foi totalmente explicada, mas vai além de uma causa única, como programas assistencialistas. Passa pela inclusão dos eleitores no maravilhoso mundo do consumo. Mito 6: todo eleitor que aprova o governo votará no seu candidato. Fato: apenas os eleitores que dão notas mais altas a um governo votam em peso no seu candidato. “Ótimo” não é a mesma coisa que “bom”. O eleitor usa graduações diferentes para expressar sua opinião sobre uma administração. Até a semana passada, Dilma só ganhava de Serra entre os eleitores que dão nota 8 ou superior ao governo Lula. Muitos eleitores dão nota 7 ao presidente, mas votam na oposição. Conscientemente. Mito 7: quanto mais aparece, mais o candidato cresce. Fato: a superexposição não ajuda todos os candidatos. Serra priorizou sua campanha no Nordeste. Dilma ampliou sua vantagem na região. O tucano passou a visitar semanalmente Minas Gerais. A petista virou entre os mineiros. Uma hipótese é que ao intensificar sua campanha em redutos lulistas, Serra passou a ser visto como oposicionista por mais eleitores e perdeu votos. “Ciro” é o nome de urna de um dos candidatos ao Senado em São Paulo. Ele é assim apresentado nas pesquisas, e chega a quase 20% das intenções de voto. O que ocorrerá quando os eleitores descobrirem que seu sobrenome é Moura? Mito 8: pesquisa define eleição. Fato: pesquisa influencia eleição, mas não a define. As pesquisas de intenção de voto influenciam o espaço de cada candidato na cobertura de imprensa, se eles participam ou não de debates, o quanto arrecadam de financiadores de campanha, o moral dos comitês e dos militantes. Mas não determinam quem ganha ou perde. Fosse assim, não haveria viradas. Quem saísse na frente ganharia sempre. Mito 9: o horário eleitoral é gratuito e democrático. Fato: o horário eleitoral não é gratuito nem democratiza a eleição. O pagamento pelo horário eleitoral na TV e no rádio sai do seu, do meu, do nosso bolso, via créditos fiscais que as emissoras recebem pela cessão do tempo em sua programação. A Receita Federal estima que deixa de arrecadar R$ 128 mil por minuto de propaganda eleitoral. Isso significa que apenas a campanha presidencial no 1º turno custará R$ 163 milhões aos cofres públicos. Fora as campanhas de governador, senador e deputados. Além disso, os candidatos investem um bom dinheiro na produção dos programas de TV e rádio. Até 8 de agosto, antes portanto de o horário eleitoral começar, apenas o comitê de Dilma Rousseff (PT) já havia gastado R$ 4,5 milhões com os programas. Gratuito para quem? A divisão do horário eleitoral é tão favorável aos grandes partidos que seu efeito sobre as candidaturas nanicas é quase nulo, senão negativo. Tome-se o exemplo de Heloisa Helena, em 2006. A candidata a presidente do PSOL tinha o equivalente a 12% dos votos válidos em 8 de agosto (Datafolha), antes de a propaganda eleitoral começar. Ao final da apuração, tinha 6,9% dos votos válidos.

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Thu, 29 Jul 2010 04:48:16 -0700 ROGÉRIO REBATE CRÍTICAS DE DILMA http://opiniaopolitica.posterous.com/rogerio-rebate-criticas-de-dilma-4 http://opiniaopolitica.posterous.com/rogerio-rebate-criticas-de-dilma-4
A declaração da ex-ministra da Casa Civil Dilma Rousseff (PT), candidata à Presidência da República, sobre a forma como o Democratas e o PSDB fazem oposição ao atual Governo Federal foi rebatida pelo presidente do PSDB no Rio Grande do Norte, deputado federal Rogério Marinho. O dirigente partidário lembrou a postura do PT durante o período em que fez oposição ao Governo de Fernando Henrique Cardoso e disse que Dilma tem "memória curta". Durante a manhã desta quarta-feira (28), em Natal, Dilma Rousseff disse que não seria possível que democratas e tucanos posassem de "civilizados, que fizeram uma oposição civilizada". A candidata acusou os oposicionistas de fazerem críticas pessoais ao presidente Lula e de chamar o Bolsa Família de "Bolsa Esmola". No entanto, o presidente do PSDB rebateu as críticas da ex-ministra. Rogério Marinho afirmou que, durante o período da redemocratização, os petistas apoiaram Paulo Maluf, e não Tancredo Neves. Além disso, o tucano lembrou a postura do PT durante a apreciação de projetos hoje consideráveis indiscutíveis na sociedade. "O PT, quando era oposição, era oposição contra tudo e contra todos. O PT não votou em Tancredo Neves, e quem votou foi expulso. O PT votou contra o Plano Real. O PT votou contra o Proer, que reestruturou o sistema financeiro do país. O PT que acusou a rede social criada pelo PSDB de ser o bolsa esmola, e essa mesma rede social é a bandeira do PT", acusou Rogério Marinho. Na opinião do dirigente partidário, o PT fez oposição "desproposital", e "foi uma oposição que, na hora que se estabeleceu como governo, rasgou as bandeiras históricas do partido". "O grande mértiro do PT foi continuar as bandeiras econômicas e sociais do PSDB. Se o PT tivesse continuado com suas bandeiras, o Brasil não estaria como está", afirmou. Ainda de acordo com o parlamentar, a oposição feita pelo PSDB, DEM e PPS está dentro do que espera a população. "A oposição tem feito o seu papel, de fiscalizar, de ser contra o aumento da carga tributária, de denunciar os aloprados e o mensalão, impedir o aparelhamenrto do estado, a farra do cartão corporativo e denunciar o fato que o RN tem sido um estado deixado à margem das prioridades do Governo Federal", criticou. Aeroporto Sobre a declaração da candidata Dilma Rousseff acerca da postura do adversário José Serra (PSDB) com relação ao aeroporto de São Gonçalo, Rogério Marinho garantiu que o ex-governador paulista nunca disse ser contra a obra, como Dilma afirmou que o tucano seria. "Quem tem sido contra o aeroporto, no sentido de empurrar com a barriga, é o atual governo. Ela como ministra da Casa Civil teve todas as chances de acelerar o processo, mas a última notícia que tive foi que o modelo de gestão não será definido nesse ano, provavelmente. Eles estão no poder há quase oito anos, e não se pode mais olhar pelo retrovisor", disse. De acordo com o presidente do PSDB, "o governador Serra disse que o ideal é o modelo de concessão privada nos grandes aeroportos, já que a Infraero não tem condições para fazer os investimentos necessários".

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Wed, 28 Jul 2010 17:48:32 -0700 ROGÉRIO REBATE CRÍTICAS DE DILMA http://opiniaopolitica.posterous.com/rogerio-rebate-criticas-de-dilma-0 http://opiniaopolitica.posterous.com/rogerio-rebate-criticas-de-dilma-0
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Wed, 28 Jul 2010 13:19:51 -0700 ROGÉRIO REBATE CRÍTICAS DE DILMA http://opiniaopolitica.posterous.com/rogerio-rebate-criticas-de-dilma http://opiniaopolitica.posterous.com/rogerio-rebate-criticas-de-dilma
Entrevista o Jornal Tribuna do Norte A declaração da ex-ministra da Casa Civil Dilma Rousseff (PT), candidata à Presidência da República, sobre a forma como o Democratas e o PSDB fazem oposição ao atual Governo Federal foi rebatida pelo presidente do PSDB no Rio Grande do Norte, deputado federal Rogério Marinho. O dirigente partidário lembrou a postura do PT durante o período em que fez oposição ao Governo de Fernando Henrique Cardoso e disse que Dilma tem "memória curta". Durante a manhã desta quarta-feira (28), em Natal, Dilma Rousseff disse que não seria possível que democratas e tucanos posassem de "civilizados, que fizeram uma oposição civilizada". A candidata acusou os oposicionistas de fazerem críticas pessoais ao presidente Lula e de chamar o Bolsa Família de "Bolsa Esmola". No entanto, o presidente do PSDB rebateu as críticas da ex-ministra. Rogério Marinho afirmou que, durante o período da redemocratização, os petistas apoiaram Paulo Maluf, e não Tancredo Neves. Além disso, o tucano lembrou a postura do PT durante a apreciação de projetos hoje consideráveis indiscutíveis na sociedade. "O PT, quando era oposição, era oposição contra tudo e contra todos. O PT não votou em Tancredo Neves, e quem votou foi expulso. O PT votou contra o Plano Real. O PT votou contra o Proer, que reestruturou o sistema financeiro do país. O PT que acusou a rede social criada pelo PSDB de ser o bolsa esmola, e essa mesma rede social é a bandeira do PT", acusou Rogério Marinho. Na opinião do dirigente partidário, o PT fez oposição "desproposital", e "foi uma oposição que, na hora que se estabeleceu como governo, rasgou as bandeiras históricas do partido". "O grande mértiro do PT foi continuar as bandeiras econômicas e sociais do PSDB. Se o PT tivesse continuado com suas bandeiras, o Brasil não estaria como está", afirmou. Ainda de acordo com o parlamentar, a oposição feita pelo PSDB, DEM e PPS está dentro do que espera a população. "A oposição tem feito o seu papel, de fiscalizar, de ser contra o aumento da carga tributária, de denunciar os aloprados e o mensalão, impedir o aparelhamenrto do estado, a farra do cartão corporativo e denunciar o fato que o RN tem sido um estado deixado à margem das prioridades do Governo Federal", criticou.

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