Opnião Política http://opiniaopolitica.posterous.com Rinaldo Barros posterous.com Sun, 29 Aug 2010 16:20:06 -0700 MOTIVOS PARA VOTAR EM ROGÉRIO MARINHO http://opiniaopolitica.posterous.com/motivos-para-votar-em-rogerio-marinho-4 http://opiniaopolitica.posterous.com/motivos-para-votar-em-rogerio-marinho-4
O Deputado que criou o Metrópole Digital no RN Projeto elaborado por Rogério Marinho e executado pela UFRN vai transformar Natal num Pólo de Tecnologia da Informação e já está capacitando 1.200 jovens na área de informática. Os alunos recebem uma bolsa mensal de incentivo de R$ 161,00. Para este projeto o deputado já garantiu R$ 43 milhões. O deputado que ampliou o FIES Rogério foi o relator da emenda que ampliou o Fies de 50% para 100% beneficiando milhares de estudantes com financiamento público para cursar universidades privadas. Ele também aumentou o prazo de pagamento do financiamento para 10 anos e reduziu as taxas de juros de 9% para 3,5%. Além disso, criou o fiador solidário e incluiu cursos de mestrado e doutorado nas linhas de financiamento. Devolveu R$ 10 bilhões por ano para Educação Foi ele o relator do projeto que garantiu o acréscimo de R$ 10 bilhões por ano ao orçamento do MEC, com o fim da DRU – Desvinculação das Receitas da União que há anos retirava dinheiro da educação. Até 2016 esse dinheiro será todo investido na melhoria do ensino básico. Aumentou o tempo na Escola Foi proposta de Rogério Marinho a lei que garante acesso de todos os estudantes de 4 a 17 anos nas escolas da rede pública de todo Brasil. Mais tempo em sala de aula para mais de 3,5 milhões de crianças e jovens, ajudando estados e municípios na universalização do ensino e na melhoria da qualidade da educação no país. Trabalho de Rogério garante recursos para o RN Em quatro anos de mandato Rogério garantiu recursos para obras de infra-estrutura urbana, eventos e promoção turística, construção de habitações populares, esporte e lazer, construção de praças, calçamento, construção e reformas de quadras de esportes em escolas, apoio à assentamentos precários, infra-estrutura turística, implantação de centros de acesso a tecnologias para inclusão social, construção e modernização de bibliotecas, além da construção de 25 escolas modelo de educação infantil. Destinou dinheiro para Saúde O deputado Rogério Marinho também trabalha pela saúde da população do RN e colocou emendas para ajudar os principais hospitais do Estado. Foram beneficiados: o Hospital Guiomar Fernandes em Alexandria, Cel. Pedro. Germano da Polícia Militar, GACC – Grupo de Apoio à Criança com Câncer, Maternidade de Patú, Associação Pioneira, Hospital Infantil Varela Santiago, Hospital Onofre Lopes e Liga Norteriograndense Contra o Câncer. Destaque no trabalho das Comissões Rogério Marinho é coordenador da bancada de oposição na Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional e também foi vice-presidente da Comissão de Educação da Câmara Federal. Rogério está criando o Prouni do Ensino Técnico O Protec vai garantir bolsas de estudos para estudantes de baixa renda em escolas técnicas particulares, proporcionando aos jovens a possibilidade de se prepararem melhor para o mercado de trabalho.

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Sat, 07 Aug 2010 07:28:14 -0700 PARA ALÉM DO BOLSA FAMÍLIA http://opiniaopolitica.posterous.com/para-alem-do-bolsa-familia http://opiniaopolitica.posterous.com/para-alem-do-bolsa-familia
“Ser Culto para ser Livre” (José Marti) Qualidade de vida não é um bem durável que possa ser estocado para consumo futuro. Nem uma conquista definitiva da sociedade. Trata-se, antes de tudo, de um bem público altamente perecível, que se deteriora ao menor descuido. Os bens públicos têm como características básicas: a não-exclusividade e a não-rivalidade. Nenhuma pessoa pode ser privada ou excluída de usufruí-los. Se a qualidade de vida tem essa natureza de bem público, então deve ser garantida igualmente a todos. O Brasil é uma das sociedades que oferece melhor qualidade de vida aos seus habitantes. Todavia, apenas uma parte dos brasileiros (a menor) desfruta hoje dessas condições privilegiadas que se aproximam dos padrões do Primeiro Mundo. No entanto, nossa nação continua reproduzindo o mesmo quadro de profundas desigualdades que divide o DOIS. São abundantes os estudos acadêmicos que acentuam o caráter dual da sociedade brasileira, virtualmente cindida em duas nações: uma muito rica, formada por uma minoria com padrões de consumo altamente sofisticados; outra muito pobre, que reúne a maioria da população, excluída dos benefícios do desenvolvimento e do consumo dos bens básicos da cidadania. Nas últimas décadas, o Brasil experimentou um processo de acelerado crescimento econômico. No entanto, ao lado das inegáveis realizações econômicas desse período, é preciso reconhecer que ainda é preciso avançar muito mais na área sócio-cultural. A prioridade dos governos municipal, estadual e federal, deve ser a universalização de bens e serviços sociais de qualidade: planejamento, cidade limpa, qualificação profissional, saúde, educação, informação, tecnologia, transporte público de massa, esporte, lazer e muito investimento no fortalecimento da identidade cultural de nossa gente. Significa, em outras palavras, ter como meta assegurar a todos, minimamente, o padrão de qualidade de vida que hoje é desfrutado pela classe média alta. A atual modernidade excludente levará inevitavelmente ao esgarçamento dos vínculos de solidariedade e ao recrudescimento da violência urbana, sintomas que já estão evidentes em nosso país. O outro caminho que o Brasil pode (e deve) escolher, para ingressar no Terceiro Milênio, pressupõe uma "nova forma de modernização", que tenha como seu objetivo central o fim da exclusão social, econômica, política e, principalmente, cultural, integrando sua população em uma única sociedade. Um Projeto de Nação, não um projeto de poder. Essa opção implica em reinventar a própria idéia de modernidade. Sob esta nova ótica, modernidade será, por exemplo: 1) levar saneamento básico para os cerca de 70% de domicílios que ainda não dispõem de rede de esgoto; 2) assistir aos milhares crianças e adolescentes que ainda se encontram em condições de risco; 3) disseminar a prática da solidariedade e da Cultura da Paz em todos os segmentos e: 4) combater a exclusão por todos os meios, principalmente através o associativismo, o cooperativismo, a capacitação continuada e a difusão cultural ampla, geral e irrestrita. Para muito além do que já consegue o Bolsa Família, é claro. Entretanto, não se trata de uma escolha qualquer que possa ser feita sem maior responsabilidade cívica. Sem menosprezar o que já foi conquistado, advogamos que, para não sacrificar estas conquistas, é preciso ampliá-las de tal forma que toda sociedade seja beneficiada. A universalização das condições mínimas de bem-estar é o desafio que o nosso Brasil tem no presente e do qual depende o nosso futuro. Neste desafio, é preciso compreender a importância fundamental da dimensão político-cultural para a construção da cidadania. Aliás, a economia que mais cresce no mundo atualmente é a da cultura. A produção cultural e o entretenimento representam quase 20 por cento do PIB das grandes potências. Lamentavelmente, aqui no patropi, na contramão do desenvolvimento, constatamos um notório desprezo político do governo do PT para com a nossa cultura. Especificamente em se tratando de cinema, a situação é peculiar, para pior. Na década de 1970, havia cerca de 3 mil salas de projeção. Hoje, 40 anos depois, quando o nosso cinema voltou a ser respeitado internacionalmente, o número de salas de projeção não ultrapassa duas mil, o que corresponde à relação vergonhosa de uma sala para cada 90 mil habitantes. No México, essa relação é de uma sala de projeção para cada 30 mil habitantes. Esta informação dá uma rápida idéia da total falta de compromisso do governo do PT com a educação e difusão cultural em benefício da nossa população. Tudo acontece como se realmente houvesse uma aposta oficial na desinformação e ignorância; meramente, com o objetivo de tirar proveito do assistencialismo e do clientelismo eleitoreiros. Bolsa Família, sim. Bolsa voto, não!

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Wed, 04 Aug 2010 11:18:57 -0700 BISPO DE GUARULHOS RECOMENDA: NÃO VOTE EM DILMA http://opiniaopolitica.posterous.com/bispo-de-guarulhos-recomenda-nao-vote-em-dilm http://opiniaopolitica.posterous.com/bispo-de-guarulhos-recomenda-nao-vote-em-dilm

Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Com esta frase Jesus definiu bem a autonomia e o respeito, que deve haver entre a política (César) e a religião (Deus). Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações”, independentemente do partido a que pertençam. http://www.diocesedeguarulhos.org.br/

Por isto a Igreja não se posiciona nem faz campanha a favor de nenhum partido ou candidato, mas faz parte da sua missão zelar para que o que é de “Deus” não seja manipulado ou usurpado por “César” e vice-versa. Quando acontece essa usurpação ou manipulação é dever da Igreja intervir convidando a não votar em partido ou candidato que torne perigosa a liberdade religiosa e de consciência ou desrespeito à vida humana e aos valores da família, pois tudo isso é de Deus e não de César. Vice-versa extrapola da missão da Igreja querer dominar ou substituir- se ao estado, pois neste caso ela estaria usurpando o que é de César e não de Deus. Já na campanha eleitoral de 1996, denunciei um candidato que ofendeu pública e comprovadamente a Igreja, pois esta atitude foi uma usurpação por parte de César daquilo que é de Deus, ou seja o respeito à liberdade religiosa. Na atual conjuntura política o Partido dos Trabalhadores (PT) através de seu IIIº e IVº Congressos Nacionais (2007 e 2010 respectivamente), ratificando o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) através da punição dos deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, por serem defensores da vida, se posicionou pública e abertamente a favor da legalização do aborto, contra os valores da família e contra a liberdade de consciência. Na condição de Bispo Diocesano, como r e s p o n s á v e l pela defesa da fé, da moral e dos princípios fundamentais da lei natural que - por serem naturais procedem do próprio Deus e por isso atingem a todos os homens -, denunciamos e condenamos como contrárias às leis de Deus todas as formas de atentado contra a vida, dom de Deus,como o suicídio, o homicídio assim como o aborto pelo qual, criminosa e covardemente, tira-se a vida de um ser humano, completamente incapaz de se defender. A liberação do aborto que vem sendo discutida e aprovada por alguns políticos não pode ser aceita por quem se diz cristão ou católico. Já afirmamos muitas vezes e agora repetimos: não temos partido político, mas não podemos deixar de condenar a legalização do aborto. (confira-se Ex. 20,13; MT 5,21). Isto posto, recomendamos a todos verdadeiros cristãos e verdadeiros católicos a que não dêem seu voto à Senhora Dilma Rousseff e demais candidatos que aprovam tais “liberações”, independentemente do partido a que pertençam. Evangelizar é nossa responsabilidade, o que implica anunciar a verdade e denunciar o erro, procurando, dentro desses princípios, o melhor para o Brasil e nossos irmãos brasileiros e não é contrariando o Evangelho que podemos contar com as bênçãos de Deus e proteção de nossa Mãe e Padroeira, a Imaculada Conceição. D. Luiz Gonzaga Bergonzini Bispo de Guarulhos

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Thu, 17 Jun 2010 15:15:17 -0700 Alumiando as idéias http://opiniaopolitica.posterous.com/alumiando-as-ideias-0 http://opiniaopolitica.posterous.com/alumiando-as-ideias-0
Você já parou para pensar no que significa a palavra "progresso"? E “prosperidade”? Pense mais um pouco, pois as palavras têm força: desenvolvimento, avanço, melhoria, evolução, expansão, ampliação, riqueza, fartura, abundância, qualidade de vida, civilização, trabalho, saúde, educação, informatização, cidades limpas, pontes, estradas, indústrias e muitas outras coisas, que ainda estão por vir e que não conseguimos sequer imaginar. Agora pense um pouquinho mais: será que tudo isso de bom não tem um preço? Será que para ter toda essa facilidade de vida nós não pagaremos nada? A sabedoria popular ensina que para tudo na vida existe um preço. Pois é, nesse caso não é diferente. Vamos alumiar algumas idéias. O atual modelo hegemônico de crescimento econômico, globalizado, gerou enormes desequilíbrios. Se, por um lado, nunca houve tanta riqueza no mundo, por outro lado, a miséria, a violência, a degradação ambiental, a poluição e a barbárie aumentam geometricamente dia-a-dia. Em contraponto, é totalmente viável a idéia do Desenvolvimento Sustentável (DS), buscando conciliar o desenvolvimento econômico e tecnológico com a preservação ambiental e com a redução da pobreza no mundo. Construindo o progresso, a prosperidade, a civilização. Os estudiosos do Desenvolvimento Sustentável (DS), o definem como: equilíbrio entre o desenvolvimento tecnológico, o aumento da produtividade, e o respeito à Natureza, tendo como centro os diversos grupos sociais, na busca da eqüidade social. Alerto para o fato de que o conceito de “eqüidade” é mais realista do que o de “justiça”, pois o primeiro recomenda tratar desigualmente os desiguais. A meu ver, e acho que o caro leitor concorda, tratar a todos igualitariamente é injusto. Para alcançarmos o DS, a proteção da Natureza tem que ser entendida como parte integrante do processo de desenvolvimento, e não pode ser considerada isoladamente. É aqui que entra uma questão primordial: a diferença entre crescimento e desenvolvimento. A diferença é que o crescimento não conduz nem à justiça nem à eqüidade social, pois não leva em consideração nenhum outro aspecto a não ser o acúmulo de riquezas, que se faz nas mãos apenas de uma minoria de milionários. O desenvolvimento, por sua vez, preocupa-se com a geração de riquezas sim, mas tem o objetivo de distribuí-las eqüitativamente, de melhorar a qualidade de vida de toda a população, de gerar prosperidade a cada dia. Ou seja, desenvolver com sustentabilidade é conquistar: 1) a satisfação das necessidades básicas da população (habitação, alimentação, segurança, saúde, educação e lazer); 2) a solidariedade para com as gerações futuras, de modo que elas usufruam de igualdade de oportunidades, que tenham chance de viver melhor no médio e longo prazo; 3) a preservação da identidade histórico-cultural de cada povo; 4) a participação democrática da população de cada comunidade envolvida e; 5) redução da poluição e preservação da diversidade dos recursos naturais: água limpa, oxigênio, fauna e flora. Para tanto, o olhar da Ciência para essa questão deve ser político (com “P” maiúsculo), e exige uma abordagem teórica informada pela visão pragmática, considerando o Ser Humano como centro da vida no planeta. Todavia, na luta para chegar ao DS, no atual momento histórico, é preciso utilizar a arma do voto com essa perspectiva, refletindo seriamente sobre uma questão fundamental: quem, de verdade, pela sua história de vida, reúne melhores condições, experiência e competência, para administrar nosso querido Brasil, como uma ponte para o futuro? Resumo da ópera: agora em 2010, o caro leitor vai ter a rara oportunidade de decidir, com o seu voto, sobre qual herança deseja deixar para os seus filhos e netos.

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Thu, 17 Jun 2010 04:44:40 -0700 Alumiando as idéias http://opiniaopolitica.posterous.com/alumiando-as-ideias http://opiniaopolitica.posterous.com/alumiando-as-ideias
Você já parou para pensar no que significa a palavra "progresso"? E “prosperidade”? Pense mais um pouco, pois as palavras têm força: desenvolvimento, avanço, melhoria, evolução, expansão, ampliação, riqueza, fartura, abundância, qualidade de vida, civilização, trabalho, saúde, educação, informatização, cidades limpas, pontes, estradas, indústrias e muitas outras coisas, que ainda estão por vir e que não conseguimos sequer imaginar. Agora pense um pouquinho mais: será que tudo isso de bom não tem um preço? Será que para ter toda essa facilidade de vida nós não pagaremos nada? A sabedoria popular ensina que para tudo na vida existe um preço. Pois é, nesse caso não é diferente. Vamos alumiar algumas idéias. O atual modelo hegemônico de crescimento econômico, globalizado, gerou enormes desequilíbrios. Se, por um lado, nunca houve tanta riqueza no mundo, por outro lado, a miséria, a violência, a degradação ambiental, a poluição e a barbárie aumentam geometricamente dia-a-dia. Em contraponto, é totalmente viável a idéia do Desenvolvimento Sustentável (DS), buscando conciliar o desenvolvimento econômico e tecnológico com a preservação ambiental e com a redução da pobreza no mundo. Construindo o progresso, a prosperidade, a civilização. Os estudiosos do Desenvolvimento Sustentável (DS), o definem como: equilíbrio entre o desenvolvimento tecnológico, o aumento da produtividade, e o respeito à Natureza, tendo como centro os diversos grupos sociais, na busca da eqüidade social. Alerto para o fato de que o conceito de “eqüidade” é mais realista do que o de “justiça”, pois o primeiro recomenda tratar desigualmente os desiguais. A meu ver, e acho que o caro leitor concorda, tratar a todos igualitariamente é injusto. Para alcançarmos o DS, a proteção da Natureza tem que ser entendida como parte integrante do processo de desenvolvimento, e não pode ser considerada isoladamente. É aqui que entra uma questão primordial: a diferença entre crescimento e desenvolvimento. A diferença é que o crescimento não conduz nem à justiça nem à eqüidade social, pois não leva em consideração nenhum outro aspecto a não ser o acúmulo de riquezas, que se faz nas mãos apenas de uma minoria de milionários. O desenvolvimento, por sua vez, preocupa-se com a geração de riquezas sim, mas tem o objetivo de distribuí-las eqüitativamente, de melhorar a qualidade de vida de toda a população, de gerar prosperidade a cada dia. Ou seja, desenvolver com sustentabilidade é conquistar: 1) a satisfação das necessidades básicas da população (habitação, alimentação, segurança, saúde, educação e lazer); 2) a solidariedade para com as gerações futuras, de modo que elas usufruam de igualdade de oportunidades, que tenham chance de viver melhor no médio e longo prazo; 3) a preservação da identidade histórico-cultural de cada povo; 4) a participação democrática da população de cada comunidade envolvida e; 5) redução da poluição e preservação da diversidade dos recursos naturais: água limpa, oxigênio, fauna e flora. Para tanto, o olhar da Ciência para essa questão deve ser político (com “P” maiúsculo), e exige uma abordagem teórica informada pela visão pragmática, considerando o Ser Humano como centro da vida no planeta. Todavia, na luta para chegar ao DS, no atual momento histórico, é preciso utilizar a arma do voto com essa perspectiva, refletindo seriamente sobre uma questão fundamental: quem, de verdade, pela sua história de vida, reúne melhores condições, experiência e competência, para administrar nosso querido Brasil, como uma ponte para o futuro? Resumo da ópera: agora em 2010, o caro leitor vai ter a rara oportunidade de decidir, com o seu voto, sobre qual herança deseja deixar para os seus filhos e netos.

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